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sábado, outubro 11, 2025

QUEM VIU, VIU; QUEM NÃO VIU....

Algumas cenas do passado não são vistas mais hoje em dia. Quem viu, viu; quem não viu, não vê mais, por motivos diversos. Esta postagem nos leva a reviver um punhado delas.

 

GAROTADA NA MALA DO CARRO

A cena abaixo era uma alegria para a criançada mas escondia grande perigo, não só em caso de batida pela traseira do carro como também se um peralta desses resolvesse se levantar em um momento inapropriado e caísse do carro em movimento.

 

BICICLETA REBOCADA

Essa cena não deixou totalmente de ocorrer hoje em dia, embora quando acontece normalmente o ciclista está agarrado à carroceria de um caminhão. Os novos modelos de ônibus, com janelas seladas, dificultam essa prática. Antigamente ciclistas também se agarravam à traseira de bondes, segurando no último balaústre.

 

GERAL DO MARACANÃ

A foto mostra os chamados Geraldinos, público de baixo poder aquisitivo que assistia aos jogos em pé na área denominada de “geral”. O fosso na frente deles era um perigo constante. Uma queda ali podia ter trágicas consequências. Situada ao nível do gramado, a visão dos espectadores era a pior possível. Imaginem uma pancadaria ocorrendo ali!

 

CORRIDA NAS RUAS

Havia no Rio vários eventos de corrida de carros pelas ruas da cidade, mormente na área da Gávea, Leblon e avenida Niemeyer. Os carros, apelidados de “baratinhas” em virtude de seu formato, disparavam pelas ruas apinhadas de espectadores postados nas calçadas. Perigo maior não podia haver. Mas ninguém estava muito preocupado com isso. Impensável uma coisa dessas hoje em dia. Pelo menos oficialmente, porque em vários locais da cidade ocorrem "pegas" que também implicam em grande perigo para os espectadores.


A foto mostra as “baratinhas” no ponto de largada. Onde seria ele?

 

PAQUERA

O “pegador” diz galanteios para a dupla de moçoilas, que fingem ou estão mesmo desinteressadas com o assédio. O carro é um Aero-Willys Itamaraty e a época deve ser segunda metade dos anos 1960. E o local?

 

SURFISTAS DE TREM

Nas décadas de 1980 e 1990 era comum serem vistas pessoas viajando em cima dos trens suburbanos. Eram os chamados “surfistas de trem” ou “surfistas ferroviários”. Necessidade realmente não havia. Embora os vagões circulassem lotados, faziam jus àquela propaganda da Rexona, “sempre cabe mais um”. Mas esses surfistas optavam mesmo é pela aventura perigosa. De vez em quando um morria eletrocutado, interrompendo a circulação dos trens no ramal. Como dizia a música do Chico Buarque, “morreu atrapalhando o trânsito”.


Em países pobres é muito comum serem vistas centenas de pessoas viajando em cima dos vagões, mas por absoluta falta de espaço dentro deles, e não por farra. Elas permanecem sentadas, em sua maioria, ou mesmo se de pé não estão fazendo estrepulias. Além do que, não são trens elétricos, o que elimina o perigo de morte por eletrocução.

No Paquistão e em Bangladesh (antiga Paquistão Oriental) há um período de festividades em que milhões de pessoas se deslocam para o local das mesmas, e o trem é o meio de transporte usado para tal. Fotos desses eventos mostram tantas pessoas nos vagões, dentro e em cima, que mal se veem os vagões em si. Parece mais um enxame de abelhas.

 

CHUVA DE PAPEL PICADO

O último dia de cada ano, ou sua véspera, se caracterizava pela chuva de papel picado jogado dos andares dos prédios no centro da cidade. As ruas ficavam coalhadas com toneladas de papel. Trabalho para os garis.  



----------  FIM  DA  POSTAGEM  ---------



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